sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Meu filho se comporta bem...
... Porque eu lhe dou uma moeda.
Peraí, não é bem assim... Deixa eu começar do começo.
Meu menino, assim como muitas crianças que eu conheço guarda moedinhas em seus cofrinhos, moedinhas que os pais lhe dão, moedinhas que pede aos avós, tios etc.
Dia desses, ele recolheu todas as suas moedinhas, contou e disse que queria comprar um carrinho (um pouco caro) que ele queria. Juntamos todas as moedinhas, que ele contou com a avó e chegamos num valor, como papai e mamãe estavam devendo um pouquinho pois tínhamos assaltado o cofrinho algumas vezes, acabamos dando mais um dinheirinho e ele conseguiu comprar o tal carrinho tão esperado.
No outro dia da compra lá veio ele, "mãe, me dá moedinha que agora eu quero aquele outro carrinho" (maior e mais caro...) E eu fui logo dizendo, seu cofrinho está vazio lembra? vai demorar pra comprar o carrinho... Ele pediu a Dinda que deu um adiantamento (pequeno - em comparação ao carrinho, grande- em comparação às moedas)
Percebi que ele queria o carrinho com a urgência de uma criança, mas notei também, que na vida a gente não ganha as coisas assim, tem que batalhar, por muito tempo às vezes...
Como nesses dias ele também não havia se comportado tão bem assim fizemos um combinado, ele tentaria se comportar e cada vez que conseguisse marcaríamos num quadro e ele ficaria mais perto de seu carrinho, ou seja, ganharia uma moeda (de qualquer valor ta? ele não faz diferença entre a de 1 real ou a de 5 centavos)
Claro que ele me prometeu que se comportaria caso eu lhe comprasse o carrinho! Mas as coisas não são tão simples não é mesmo?
A cada dia que ele se comporta ele ganha um OK num calendário que ele mesmo escreve e, caso não se comporte ele ganha um F. A cada OK ganho ele vibra muito, e ao primeiro F foi uma cena (Claro) ele percebeu que eu estava falando sério em relação ao comportamento dele. O legal foi que ele entendeu (realmente) o que causou o F, seja uma birra ou uma malcriação e, da segunda vez que o F aconteceu ele já lidou muito melhor com o acontecido.
- Você está comprando o bom comportamento do menino? E quando ele tiver conseguido comprar o carrinho?
Pois é, eu mesma tive de morder minha língua pois sempre achei que isso era comprar mesmo o comportamento de meu filho, hoje estou pensando diferente, explico.
Num dos dias ele me perguntou muito alegremente, mamãe, se eu me comportar hoje eu ganho meu OK? (notem que ele falou OK e não moeda)
Isso está incutindo nele também o direito de realizar algo que ele queira financeiramente(algo dele!), o fato dele guardar o dinheiro "dele" pra comprar o carrinho está fazendo ele entender que dinheiro não nasce em árvore e que conquistamos nossas coisas com suor e trabalho e que com ele, mesmo que no futuro, não vai ser diferente.
Concordo com quem diz que ele deve se comportar por que tem que se comportar e pronto. Mas a verdade é que na nossa vida se seguimos conforme as regras nós lucramos, se nos comportamos e fazemos um trabalho bem feito ganhamos uma promoção (pelo menos alguns de nós...) Se estudamos bastante ganhamos uma boa nota, mas sempre esse "ganhamos" vem depois de muito trabalho, e é isso que ele vai encontrar na vida dele também.O carrinho vai vir, se ele se comportar e souber guardar o dinheirinho com perserverança
Isso é outra coisa que ele está aprendendo, perserverança. Afinal o carrinho não vai vir amanhã, vai vir depois, repito, de muito suor e sacrifício.
En relação a ele virar um bancário ambulante eu acho dificil, afinal ele está mais focado no OK do que nas moedas, isso porque ele gostou mais de receber um "gostei" não palpável de mamãe e papai do que a moeda que ele coloca no cofrinho e esquece.
O carrinho em si acho que ele só lembra na hora de colocar a moedinha, durante o dia nem fala mais nele, talvez depois ele esqueça de vez e perceba que esse querer também passa.
No caso de meu filho esse foi o estímulo que estava faltando para ele se comportar. Ele é muito vivo e no final todos os combinados não puderam ser cumpridos, prometi que ele ficaria sem computador quando fosse à casa da vó, não funcionou, a vó tirou minha moral. Prometi que ficaria sem/ com pracinha/ passeio, foi pior, porque ele precisava correr pra ficar mais relaxado, se eu tirasse dele a pracinha/ passeio ele ficava pior ainda (parecendo barata tonta, conhece?).
Este estímulo acabou funcionando bem, afinal se ele quiser uma coisa tem que se comportar para conseguir, em todos os sentidos.
Mas e se ele não quiser nada? Você conhece alguma criança que não queira nada? me apresente! Se eu levar meu filho ao shoping ele é perfeitamente capaz de sair de lá sem comprar nada tá, mas não querer nada já é bem diferente.
Concordo que existem coisas que o dinheiro não pode comprar, satisfação pessoal de estar indo bem é uma delas, para isto existe o OK, que ele ganha todos os dias(que se comporta) e que como ele mesmo ja demonstrou está valendo mais que a bendita moedinha.
Para os demais eu só posso deixar a frase de uma mãe que eu amo de paixão, mãe de 4, que certa vez quando eu perguntei como ela coseguia lidar com os quatro de comportamentos tão distintos, ela foi bem sincera e me disse que as regras que se aplicavam ao mais velho jamais funcionaram com os gêmeos que vieram depois, e que com a mais nova teve de achar um meio termo. "Pra filhos não há regras!" Foi o que ela me disse.
E aqui estou eu, revendo meus conceitos e achando a minha forma de educar...E você, qual é a sua?
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
E a babá voltou de férias
Hoje minha babá voltou de férias, foram 32 dias distante...
Para o meu menino foi um tempo de farra, na casa da vó, brincando com os primos, sem hora pra nada
Para nossa família foi um período meio caótico no bom sentido, casa bagunçada, hora para nada, brinquedos e roupas espalhados, e alguma poeira também. Afinal eu estava trabalhando todo esse tempo, e o pai também, então nada de faxina :) só o essencial.
Eis que ontem de noite ele me solta: "Mamãe eu não quero que minha Di volte!"
E eu já pensando que era por que ele passava mais tempo em farra quando a babá não está enfim...
Perguntei: "Por que? Você não gosta tando de sua Di?"
e ele: " Eu não quero que ela volte porque ela briga comigo..."
PRONTO! Eu fiquei logo neurótica. Como assim briga com MEU FILHO? E o que mais de errado anda acontecendo? Perguntei porque ela brigava com ele, ele disse que era por causa da televisão, quando ela queria assistir novela, pronto, a neurose se instalou por completo... Que história é essa de novela? e brigar com meu filho peraí! Falei com ele bem claro, que se houvesse qualquer problema ele poderia falar comigo, e que eu ia falar com ela que não precisava brigar com ele que ela viesse falar comigo que eu resolveria os problemas...
Mesmo assim eu fiquei encucada, fiquei pensando em tudo que aconteceu e que eu não fiquei sabendo, imaginei um monstro ofuscando meu filho. pensei em todos os pesadelos que ele teve, afinal vemos a todo momento propagandas de babás terríveis que batem nas crianças, que assustam... enfim
Fui dormir com aquilo na cabeça e ao acordar ele repetiu que não queria a Di dele de volta. Pensei (de cabeça fria mas nem tanto) que ela era uma boa pessoa, mas que eu teria de ser dura! Conversei novamente com ele e disse que qualquer problema poderia vir me contar sem medo de nada!
Quando a Di dele chegou ele não quis papo logo de início e eu falei que ele disse que não queria ela de volta ( só não disse o por quê) .
Ela foi chegando de mansinho, dando beijinho, se derretando toda e ele também, e de repente já estava de novo todo sorrisos para cima dela, e claro chamando pra brincar.
Quando fui para o trabalho ele nem fez cena, afinal, a Di dele tinha voltado para brincar com ele.
Refletindo sobre o que aconteceu me toquei que apesar de confiar muito na babá dele fiquei com medo. Medo de acontecer com meu filho as milhares de coisas que a gente vê na televisão, fiquei com medo dele estar sofrendo e não conseguir me contar, fiquei com medo daquela pessoa que cuida dele ser na verdade um monstro!
É inevitável que os confilitos existam, meu menino não é um serzinho facil, e se fosse não seria nosso filho :) é preciso com certeza estar atenta aos sinais, confiar no que seu filho lhe conta, ter atenção se ele está dormindo tranquilo, se de repente ele não passou a ter medo de monstros, fazer xixi na cama de novo. Tudo isso são sinais de alerta que toda criança, mesmo aquela que ainda não fala pode dar, sinais que muitas vezes não observamos.
Meu filho provavelmente só não estava sabendo como lidar com a volta da babá e pôs tudo pra fora, confiando no pai e na mãe. Mesmo assim estou de olho sempre! Reclamar faz parte do trabalho dela, assistir novela fora de hora não :) Mas tudo é negociável e em se tratando de empregadas domésticas tudo é mais sutil. Sugeri a ele que caso tivesse qualquer problema falasse comigo, e a cada dia eu vou perguntar (como sempre perguntei) se foi tudo bem e se não teve qualquer estresse...
No geral ela é uma pessoa muito boa e atenciosa, demostra muito carinho por ele tanto na nossa frente quanto quando não estamos olhando...Só que as vezes o que a televisão nos fala parece mais real do que aquilo que vivenciamos no dia a dia...
Para o meu menino foi um tempo de farra, na casa da vó, brincando com os primos, sem hora pra nada
Para nossa família foi um período meio caótico no bom sentido, casa bagunçada, hora para nada, brinquedos e roupas espalhados, e alguma poeira também. Afinal eu estava trabalhando todo esse tempo, e o pai também, então nada de faxina :) só o essencial.
Eis que ontem de noite ele me solta: "Mamãe eu não quero que minha Di volte!"
E eu já pensando que era por que ele passava mais tempo em farra quando a babá não está enfim...
Perguntei: "Por que? Você não gosta tando de sua Di?"
e ele: " Eu não quero que ela volte porque ela briga comigo..."
PRONTO! Eu fiquei logo neurótica. Como assim briga com MEU FILHO? E o que mais de errado anda acontecendo? Perguntei porque ela brigava com ele, ele disse que era por causa da televisão, quando ela queria assistir novela, pronto, a neurose se instalou por completo... Que história é essa de novela? e brigar com meu filho peraí! Falei com ele bem claro, que se houvesse qualquer problema ele poderia falar comigo, e que eu ia falar com ela que não precisava brigar com ele que ela viesse falar comigo que eu resolveria os problemas...
Mesmo assim eu fiquei encucada, fiquei pensando em tudo que aconteceu e que eu não fiquei sabendo, imaginei um monstro ofuscando meu filho. pensei em todos os pesadelos que ele teve, afinal vemos a todo momento propagandas de babás terríveis que batem nas crianças, que assustam... enfim
Fui dormir com aquilo na cabeça e ao acordar ele repetiu que não queria a Di dele de volta. Pensei (de cabeça fria mas nem tanto) que ela era uma boa pessoa, mas que eu teria de ser dura! Conversei novamente com ele e disse que qualquer problema poderia vir me contar sem medo de nada!
Quando a Di dele chegou ele não quis papo logo de início e eu falei que ele disse que não queria ela de volta ( só não disse o por quê) .
Ela foi chegando de mansinho, dando beijinho, se derretando toda e ele também, e de repente já estava de novo todo sorrisos para cima dela, e claro chamando pra brincar.
Quando fui para o trabalho ele nem fez cena, afinal, a Di dele tinha voltado para brincar com ele.
Refletindo sobre o que aconteceu me toquei que apesar de confiar muito na babá dele fiquei com medo. Medo de acontecer com meu filho as milhares de coisas que a gente vê na televisão, fiquei com medo dele estar sofrendo e não conseguir me contar, fiquei com medo daquela pessoa que cuida dele ser na verdade um monstro!
É inevitável que os confilitos existam, meu menino não é um serzinho facil, e se fosse não seria nosso filho :) é preciso com certeza estar atenta aos sinais, confiar no que seu filho lhe conta, ter atenção se ele está dormindo tranquilo, se de repente ele não passou a ter medo de monstros, fazer xixi na cama de novo. Tudo isso são sinais de alerta que toda criança, mesmo aquela que ainda não fala pode dar, sinais que muitas vezes não observamos.
Meu filho provavelmente só não estava sabendo como lidar com a volta da babá e pôs tudo pra fora, confiando no pai e na mãe. Mesmo assim estou de olho sempre! Reclamar faz parte do trabalho dela, assistir novela fora de hora não :) Mas tudo é negociável e em se tratando de empregadas domésticas tudo é mais sutil. Sugeri a ele que caso tivesse qualquer problema falasse comigo, e a cada dia eu vou perguntar (como sempre perguntei) se foi tudo bem e se não teve qualquer estresse...
No geral ela é uma pessoa muito boa e atenciosa, demostra muito carinho por ele tanto na nossa frente quanto quando não estamos olhando...Só que as vezes o que a televisão nos fala parece mais real do que aquilo que vivenciamos no dia a dia...
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
E eu? Eu sou terrível?
Aproveitando o post da Mamãe Bia, aqui estou para fazer o meu relato, a minha confissão...
Várias vezes eu me sinto uma mãe terrível!
Várias vezes eu SOU uma mãe terrível!
Me sinto um monstro, e tenho até mesmo raiva de mim!
Quando eu chego em casa stressada com o trabalho, ou quando alguma coisa não acontece como queria, acabo descontando na minha pequena.
Justamente nela, naquele trocinho indefeso, e frágil e que não tem nada a ver com a história.
Ontem eu chorei! Chorei por vergonha de mim mesma. Vergonha de ser humana e errar!
Mãe não podia errar! Não podia machucar quem só quer se proteger em seus braços.
Mãe só deveria dar amor, estar pronta sempre para acalentar!
Mãe não deveria cansar. Deveria estar sempre disposta a sentar no chão e jogar "cara a cara" milhões de vezes.
Mãe não deveria ter sono. E conseguir assistir Barbie Escola de Princesas 1001 vezes na noite.
Mãe não deveria gritar. Sua voz tinha que ser sempre suave e doce.
Eu sou uma mãe terrível, porque eu fico cansada, eu sinto sono, eu grito, eu perco a paciência. E isso me dói! Dói ver que eu causei a dor nela. Dói ver que eu decepcionei. Dói ver que eu não sou uma mãe perfeita!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Meu filho é terrível?
... Ou eu é que sou uma mãe ruim?
Ser mãe vem com uma parcela de culpa implícita mesmo não é? Meu filho está em uma fase complicada, tem feito birra por tudo, tentamos pôr de castigo, conversar, mas acaba que também estávamos passando por um período tenso, muitos problemas para resolver e nada de férias e acho que no final ele só refletia o que eu mesmo sentia... Mas nessas horas não consigo deixar de me questionar: Eu sou uma boa mãe?
Nunca bati em meu filho, tento sempre ver o ponto de vista dele, sempre conversamos e sempre levamos ele para fazer passeios em família, vamos à praças, teatros, o que o curto dinheiro permite, sempre procuramos passeios gratuitos, ao ar livre... Tentamos levá-lo sempre lugares abertos, para que possa correr, brincar livremente como toda criança deve fazer. Isso deveria ser sinônimo de sucesso certo? Errado!
Meu filho tem feito muita birra, tanto na escola ( nos últimos dias do ano) quanto em casa, tem nos testado extremos. Novamente eu me pergunto, em que estou errando?
Já consultamos amigos mais experientes e todos dizem a mesma coisa: "relaxa que passa", e eu sei que passa, mas não deixo de me questionar qual a minha parcela de culpa no comportamento do meu filho. Alguns mais radicais me dizem, " um tapa na hora certa resolve" será? eu não consigo admitir bater eu meu filho, para mim soa errado, soa como covardia. Sei que muitos pais batem eu seus filhos, não estou dizendo que ninguém está errado (cada um sabe onde lhe dói o sapato...) Mas eu jamais poderia fazer isso sem me sentir um monstro!
Nessas horas em que estou completamente perdida tento me lembrar que ele já veio com o geniozinho (terrível) dele, e que a mim só cabe ajudar... Novamente será?
Conversamos com a cordenadora da escola , pegamos alguns conselhos e vamos caminhando, afinal a maternidade é linda, mas ninguém disse que era um caminho sem pedras, as vezes algumas pedras entram no sapato e dói...
E sobre essa história de ser ou não boa mãe... Acho que todas as mães do mundo ja se perguntaram isso. Tenho que ser a melhor mãe que posso para meu filho, e isso eu tento a cada dia mesmo! Tomara que como meus amigos disseram essa fase também passe (mas que ela está durando muito está...)
Conversamos com a cordenadora da escola , pegamos alguns conselhos e vamos caminhando, afinal a maternidade é linda, mas ninguém disse que era um caminho sem pedras, as vezes algumas pedras entram no sapato e dói...
E sobre essa história de ser ou não boa mãe... Acho que todas as mães do mundo ja se perguntaram isso. Tenho que ser a melhor mãe que posso para meu filho, e isso eu tento a cada dia mesmo! Tomara que como meus amigos disseram essa fase também passe (mas que ela está durando muito está...)
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
"Um exemplo é muito mais importante do que as palavras..."
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Lazy Town Cover
Acabei de saber uma notícia suuper legal! O Lazy Town Cover está se apresentando no Teatro Jorge Amado desde o dia 14 de Janeiro e segue até 29/01/2012 ao sábados às 17 h e aos domingo as 11 e 17h!
Para a galerinha que curti assitir a turma na TV, vale à pena dar uma passado no teatro!
Sobre o espetáculo e a série:
"Desenho "Lazy Town"
Adaptado da televisão, o espetáculo “LazyTown” chega aos palcos de Salvador em três finais de semana de janeiro. A versão teatral mantém a mensagem do seriado, no qual os personagens instigam as crianças a serem mais ativas, fazendo ginástica, comendo produtos saudáveis como uma maçã. Lazytown traz para o palco tudo que a criança já vive. O desenho, exibido no Brasil pelo canal fechado Discovery Kids, é produzido na Islândia. Já a versão para o teatro é uma montagem da Idearte Produções.
O roteiro foi adaptado através da série da TV, tanto que ele é original da televisão. Não como um episódio, mas resgata os personagens e algumas cenas que são tiradas da série da TV. O espetáculo segue um roteiro fixo, composto de músicas e também diálogos, com muita interação com o público. No enredo, conta-se a história do aniversário da cidade Lazytown ("Cidade da Preguiça", em português), momento em que o prefeito Milford, tio da personagem Stephanie, dará a ela uma tarefa para que a festa saia em perfeição. Tudo corre bem até que chega um medidor da energia na cidade, e os habitantes devem tentar livrar LazyTown do nível de humilhação preguiçosa para não ser eliminada do mapa. A notícia chega aos ouvidos do malvado Robbie Rotten, que fará de tudo para transformar Lazytown na cidade mais preguiçosa e acabar com a festa. Por sorte, o herói Sportacus contará com a ajuda de Stephanie para não deixar isso acontecer. Na televisão Transmitido em 103 países, Lazytown é um programa de televisão produzido na Islândia, local onde nasceu a partir de uma série de livros infantis. Com o objetivo de estimular crianças e pais a praticarem esportes, ter uma alimentação nutritiva e fazer escolhas a favor de seu bem-estar, “LazyTown” foi criado por Magnús Scheving, campeão europeu de aeróbica e CEO da LazyTown Entertainment. Ele vive o herói Sportacus, com o qual dá piruetas e saltos com o objetivo de incentivar as crianças a terem uma vida menos sedentária e não caiam na tentação de comer doces e porcarias, hábitos do vilão Robbin Rotten. A produção, orçada em R$ 2,8 a R$ 3,7 milhões por episódio, é exibida no Brasil pelo canal fechado Discovery Kids. Alguns personagens são feitos com bonecos, além de alguns feitos por atores e também parte gerada por meio da animação. Stephanie, Sportacus e Robbie Rotten são os únicos humanos da série de TV, produzida em um estúdio de 5.067 m² em Gardabaer, na Islândia. " * Fonte: Teatro Jorge Amado SERVIÇO: Espetáculo: Lazy Town – Cover Dias: de 14 a 29/01/2012 Horário: Sábado as 17 h e domingo as 11 e 17h Local: Teatro Jorge Amado - Pituba Classificação: Livre Valor do ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) Ingressos à venda no local: Tel. 3525-9708 // 3525-9720 // 9211-8088 Produção Local: Canto Claro Produções | ||
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