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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Quando nasce um bebê...

Que família não fica feliz da vida com o nascimento de um bebê?
Mexe com todo mundo, né? E na nossa família não foi diferente!
Estão TODOS muito felizes, principalmente as crianças!

Esperávamos que a irmã mais velha ficasse um pouco enciumada, mas por enquanto tudo que ela demonstrou foi uma atenção e um carinho enorme com a pequena! Ela está reagindo muito bem e sendo bastante atenciosa... Parece uma mocinha querendo ajudar toda hora...

Por outro lado, a prima (minha Ingrid), está numa ciumeira só! De repente ela se viu deixando de ser a menina mais nova, de repente a tia que era quase uma mãe, deixou de dar tanta atenção a ela, e de repente a prima que brincava tanto com ela agora quer brincar com a Alicinha (a recém nascida)! 

E agora? Como lidar com o ciume de prima? rs

Alicinha tem apenas 4 dias... E todos esses dias nós estivemos por perto.. Fazendo com que Ingrid ficasse perto dela e aprendesse a curtir também a priminha (não que ela não estivesse curtindo, muito pelo contrário)!

Aos poucos ela vai sentir que não perdeu o espaço dela no coração de ninguém! ;)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Posso dormir com vocês?

Claro filhote !!!

Quem já não teve essa perguntinha doce sussurrada no ouvido no meio da noite? Pois é, de vez em sempre meu menino vem com essa de dormir no quarto de mamãe e papai...
Lembro muito de quando eu era pequena e também queria companhia para dormir, lembro dos medos, das inseguranças e da vontade de simplesmente estar perto de quem era importante para mim.
Acabou que quando meu menino nasceu, ele dormia muito melhor conosco que no berço, acordava no meio da noite e era só colocar do ladinho da nossa cama que ele apagava e voltava a dormir naturalmente. Uma amiga muito próxima que tem uma filha de 13 anos, me falou que quando ela começou a faculdade a filha dela (já com cerca de 8 anos na época) passou a querer dormir muito com ela... Acho que é mais ou menos assim... As vezes passamos por problemas , complicações, falta de tempo para nós e para os pequenos  e eles ao invés de conseguirem expressar seus sentimentos, demonstram isso com carência de várias formas...
Sempre que eu passo mais tempo longe do que perto do meu menino, percebo que ele vem com  essa de dormir no nosso quarto, é a maneira dele (acho eu) de querer compensar o tempo perdido... e  a mim como mãe cabe compreender esse jeitinho tão gostoso de dizer "sinto sua falta"!!!
Àqueles que acham que isso estraga o filho, minha história:
Durante uma consulta de rotina com a pediatra homeopata de meu menino, ela reclamou dele estar dormindo no nosso quarto, disse que ele precisava saber que ele tinha o quarto dele e nós o nosso, disse que a gente podia inclusive prejudicar o amadurecimento dele... Ouvi tudo e com muita calma expliquei o que eu achava, que era o jeito dele de tentar passar mais tempo com a gente, que ele voltaria para o quarto dele quando estivesse pronto...
Ela disse que como pediatra aconselhava o contrário...
Segui meu coração e meu menino constinuou dormindo conosco por mais duas semanas, depois foi naturalmente ( e por escolha dele) para o próprio quarto...
Juntamente com esta volta para o quarto, a fala dele melhorou muito, ele ficou mais tranquilo e tirou a fralda noturna completamente...
Na volta para a homeopata ela ficou impressionada com os avanços dele em tão pouco tempo, ele estava visivelmente mais "evoluíido".
Adoramos a homeopata de nosso menino, ela acompanhou a mim e ao pai por um longo tempo, nos conhece desde "pirralhos" e o nosso menino desde que nasceu... mas às vezes precisamos ouvir o nosso coração, e colocar os sentimentos e vontades de nossos filhos em primeiro lugar, mesmo que pareça errado, mesmo que todos digam que não. Se o seu coração disser que sim, vale à pena pelo menos investigar...
Os médicos, sejam eles homeopatas ou não, possuem uma grande experiência , tanto dos livros quanto de prática, mas eles nunca vão saber de tudo o tempo todo. A medicina não é uma ciência exata, muito menos a maternagem. 
Meu menino estava passando por um processo intenso, de melhora da fala, de retirada da fralda notuna entre outras coisas e na minha cabeça acho que ele precisava ( de alguma forma) saber que estávamos com ele nesse processo, e uma vez que ele encontou nosso apoio pôde vencer várias etapas de uma vez só!
Todas as vezes que alguém fala que estou mimando e deixando meu filho muito dependente me lembro de uma frase de uma pessoa que adimiro muito :
"Só aquele que foi dependente quando pôde, vai saber ser independente quando deve"...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Da convivência com os outros...

O poeta disse uma vez que nehum homem é uma ilha, mas às vezes, no medo que a gente tem de se magoar acabamos nos fechando em nossas conchas, e quando temos um filho acabamos esquecendo de como esse convívio com os outros é importante para o crescimento individual de cada um...
É fato que hora ou outra alguém que gostamos irá nos magoar, isso acontece com certeza. Mas se mantivermos o coração aberto é possível passar por essas "dores" com mais tranquilidade... e isso vale para as dores que nossos filhos vão passar também! Claro que convivendo com outras crianças eles vão eventualmente (muitas vezes) se magoar, vão conhecer a injustiça, a discriminação, a inveja, mas também com estas mesmas crianças ou outras talvez ele vá aprender a dividir, a compartilhar, a cantar, a ver que cada um é diferente do outro, cada um com suas manias por vezes irritantes por outras encantadoras.
Com outras crianças seu filho também pode aprender a experimentar coisas gostosas, como uma jabuticaba recém colhida do pé, ou ver um peixe no lago. A convivência sempre é um aprendizado, mesmo que não seja da maneira que nós sonhamos, afinal, muitas vezes como pais ou avós, nós só queremos proteger o que é mais precioso para nós, mas temos que entender que a caminhada dos nossos filhos é só deles!
Mas nós podemos ajudar, podemos dar a mão, e quando ele vier reclamar das injustiças cometidas por um primo ou um amigo, antes de condenar o primo/ amigo, converse com seu filho, mantenha a mente aberta, foi ele que provocou? foi realmente uma injustiça? se fosse o seu filho que a tivesse cometido, como você agiria? Lembre que crianças pequenas muitas vezes não conseguem se colocar no lugar dos amiguinhos e podem não entender por que seu filho ficou magoado...
E, mesmo que seu filho tenha sido injustiçado (numa brincadeira por exemplo) estimule ele a se defender sozinho (sem bater peloamordeDeus! ) tente que ele converse com os outros e se ainda assim não resoolver aproveite a oportunidade para mostrar a seu filho como as injustiças com os outros magoam.
Este é meu menino brincando com os primos, na mais perfeita harmonia, a não ser pelos tijolos, que depois de todas as mães proibirem os filhos de brincar, um dos avôs inventou de fazer um castelinho (risos)!!
Claro que este avô teve a melhor das intenções e a brincadeira acabou sendo divertida demais!!! os meninos riram muito montando o castelinho, e os menores choraram também porque os "grandes" não deixavam eles carregarem os tijolos...
Quem não gostava dessas brincadeiras perigosas doidas quando era criança? e lembre sempre: criança que brinca junto cresce junto :-) Os mesmos amigos/ primos que fazem ele chorar hoje podem ser grandes companheiros de aventura amanhã!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Das brigas de pai e mãe

Ontem dia 01/05 comemoramos o aniversário de meu filhote com os primos, uma festa gostosa para menino nenhum botar defeito, muito doce, suco, pula pula, tudo que eles querem para se divertir...E se divertiram mesmo, gritaram muito, correram... ( depois eu posto algumas fotos para vcs verem como ficou tudo!)
Mas ficou uma nota triste para mim... Tenho uma subrinha muito linda, de 10 anos e o nome dela é Malu, é uma menina com uma personalidade fantástica, muito carinhosa comigo e com o primo. Os pais de Malu são separados e realmente não importa pra mim de quem foi a culpa da separação, afinal hoje em dia o que mais vemos são pais separados seguindo com suas vidas, já se tornou normal...
O que chateia é quando essa separação vira possessão, alguns pais no seu ciúme (acho eu que seja isso) não querem que o filho fique com o outro lado da família, esquecendo eles que esta família também é da criança.. Pois é, o pai não deixou que minha menina viesse a festa do primo, simplesmente porque era seu dia de ficar com ela, entendo esse ponto de vista, mas a questão toda é que a menina já tem 10 anos e queria ver os primos! Quantas vezes ele mesmo pegou ela na casa da mãe para eventos com a família do pai?
Essas questões mal resolvidas só fazem mal a criança, e acabam com a relação pai e filho, isso destrói completamente aquela parceria gostosa de poder estar com o pai ou a mãe mesmo tendo festa do outro lado. Se minha menina tivesse dito " Eu não quero ir" Pronto! nenhuma discussão! Mas ela chorou, pediu, ligou!
Que pai quer ver seu filho chorando por besteira? Ainda mais quando você tem o poder de resolver aquele problema? A mãe iria pegá-la na casa do pai e a devolveria depois, ele teria o resto do tempo com ela... Minha menina ficou chorando e a nós só restou guardar as coxinhas e brigadeiros que ela tando gosta!
Eu e meu marido nos amamos muito, mas sempre soubemos que independente do nosso relacionamento nosso filho tem que vir em primeiro lugar! Essa atitude deste pai só mostra o quanto a filha não ocupa esta posição no coração dele...
Outro amigo nosso também tem uma filha em guarda compartilhada com a  ex-esposa, menina igualmente linda e bem decidida, mas com um porém, é ela que decide as festas que quer ir, nada mais natural não é? Mesmo sendo a semana do pai ou  da mãe Florinha pode ir as festas da outra família... 
Outro dia encontrei com Flora no shoping ( era a semana da mãe) e ela foi logo explicando a mãe: "Olha mãe, ela é amiga do meu pai, eu conheço ela viu?" claro que rimos da situação afinal eu nem conhecia mãe dela, mas só me resta um elogio a esta relação bem contruída.
Sei que mesmo no caso de Flora, Malu ,ou qualquer outro não existem caminhos sem pedras,  e existem pontos positivos e negativos, mas acho importante lembrar que tudo bem reconstruir a sua vida depois da separação, afinal a vida continua, mas temos que lembrar que tem uma vida que é muito mais importante que a nossa, a dos nossos filhos! Afinal eles dependem de nós para sermos seus exemplos, para o bem ou para o mal , que exemplo será que Malu aprendeu dessa vez?

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Viajar sem a pequena!

Desde muito novinha, a minha pequena está acostumada a dormir fora de casa (casa das avós, das tias). Mas eram sempre locais bem pertinhos de casa, que caso a saudade apertasse, era só pegar o carro e ir correndo socorrê-la, ou ME socorrer na maioria das vezes! rs

Quando ela tinha 2 anos e meio, foi a nossa maior 'separação'. Eu e o pai, inventamos de viajar no São João. Eu sempre amei essa festa, estava louca para curtir um pouquinho as festas juninas 'até o sol raiá', e com a pequena isso não seria possível. Embora a vontade fosse muita, o medo era maior ainda. Como poderia deixar o meu neném e viajar para tão longe (nem saímos do estado)? E se ela se acabasse de chorar de saudade??
Enfim, depois de muito pensar, e de muitos conselhos de amigos e da família, acabei indo mesmo.
Deixamos ela na casa de uma das avós e lá fomos nós...

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Voltando a ser adolecente

Este final de semana fui até o interior de minha cunhada-irmã, ela tem uma menina de quase 13 anos, muito linda por sinal... Passei um tempo enoooorme com essa sobrinha que é minha também, afinal vi crescer e a amo demais!!!!
Claro que ser tia é mais fácil que ser mãe, minha pequena (nem posso mais chamar assim ....) já está tecnicamente entrando na adolescência, mas na prática já entrou faz o maior tempão! Já é fâ de carteirinha de Jutin Bieber, e crepúsculo com direito a fotos, revistas, dvds e tudo mais que a cabecinha dela deixar, e eu do lado de cá fico babando junto e me lembrando de como eram bons aqueles tempos, como a gente ria com os amigos, podia ser na nossa casa, na casa dos amigos, no clube, não importa! o legal era estar com os amigos.
Passamos algum tempo conversando com uma da amigas dela, menina linda também, e tenho que confessar, queria ter, na minha adolescência, metade da segurança que elas tem hoje, falamos de meninos, beijos, beleza, um MONTE de coisa que até me deu vontade de voltar a ser adolescente, farrear com os amigos, marcar cinema de galera, fazer muita zuada. risos!
Brincadeiras a parte, na adolescia é normal ficarmos inseguros sobre uma porção de coisas, nosso corpo, nossos sentimentos, mas o gostoso é ter com quem poder conversar sobre isso, e é nessa hora que eu vejo também um relacionamento legal tia-sobrinha-filha-mãe surgir, é gostoso poder conversar com nossas amigas sobre as diversas coisas (entenda-se fofocas) que ficam pairando na nossa cabeça, mas é muito bom também ter uma mãe pra te ouvir, te apoiar, aconselhar, ou só para te levar na casa de uma amiga. E mesmo que a gente queira saber TUDO da vida dos nossos filhos, essa é a hora de esperar por todo o investimento feito durante a infância na educação deles, afinal eles só vão contar tudo ( note que este foi com letra minúscula, risos!) se sentirem confiança nos pais, se notarem que este interesse não é sufocador, e principalmente se os pais tiverem paciência e derem espaço para esta conversa.
Fico radiante de ver que a menina que mais amo neste mundo cresce numa família que lhe dá esse apoio, tanto que ela se sentiu à vontade pra conversar com esta tia sobre um monte de coisas! É verdade que na maternidade tudo passa, minha menina deixou de ser criança a algum tempo, agora é uma adolescente linda e um dia quando for a hora certa será também uma linda mulher pronta para conquistar o mundo!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Bagunça Gostosa

Quando eu engravidei de meu filhote éramos 8 mamães na família recém paridas ou para parir, foi realmente um momento mágico de nossas vidas,  ter todos aqueles bebês chegando juntinhos ao mundo foi uma experiência maravilhosa, e transformadora!!!
Hoje alguns estão morando longe e raramente conseguimos reunir os 8, mas eles estão no dia a dia nos nossos corações ...
Mas freqüentemente tem uma galerinha que se junta lá em casa , quatro meninos já crescidos, do alto dos seus 4 anos :) a galerinha mais recente vai junto e no total ficam 6 meninos que eu amo com toda a força que meu coração permite! Eles fazem uma bagunça danada por onde passam, correm, pulam, riem, choram (claro neh?) e eu fico com meu coração dando pulos de alegria dentro do peito!!! Acho que não existe no mundo graça mais maravilhosa do que ver esses pequenos pulando por aqui! Ter a chance de presenciar e proporcionar isso para meu pequeno e para “os primos” como ele chama é fantástico!
Acho que esta experiência ajuda mais ainda a gente a compreender que podemos amar as diferenças também, afinal estes “primos” não são todos iguais, cada um tem seus detalhes, manias que os tornam ainda mais especiais e que dão aos outros a chance de conviver com opiniões diferentes e maneiras diferentes de encarar as mesmas coisas. Estando juntos nessa, eles crescem muito e de uma maneira maravilhosa! É claro que o mundo pode não ser aconchegante como essas amizades infantis são, mas aprendendo que existe este tipo de amizade, de relacionamento tranqüilo, eles irão ,no futuro, saber que aconteça o que acontecer ,sempre terão com quem contar!
Se a casa fica bagunçada depois dessas farras? COM CERTEZA!!! Acho bonequinhos de super heróis até debaixo do móvel do banheiro, mas arrumo cada brinquedo com um sorriso no rosto, afinal quem era que quando criança não gostava de se divertir com outras crianças, primos ou mesmo amigos? Ainda mais com a bagunça rolando solta? Era bom demais, e são esses momentos que lembramos quando crescemos, e é essa alegria maluca que eu quero que meu filhote lembre também quando crescer, de como era legal ter os primos reunidos para uma brincadeira gostosa num fim de tarde!
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